Máscaras
...
Vivemos
mesmo muitas máscaras.
Somos
diferentes com cada um que está perto de nós.
Fingimos
sentimentos, fingimos não senti-los e fingimos senti-los.
Escondemos
e jogamos, nos escondemos por trás de nossas máscaras e medos.
O
medo de se apaixonar, o medo de ‘perder-se de si mesmo’, o medo
de perder o controle, quando nos damos conta de que ter o controle é
se perder.
Quando
temos medo de nos perder é quando já estamos perdidos.
Vivemos
nos refugiando em histórias passadas, que, parece, sempre serão
presentes.
E
futuras que já nasceram passado.
Ao
final, não sabemos mais qual é a máscara original ou, pelo menos,
se ela existiu.
Onde
nos encontraremos?
No caos, no leve caos.
No caos, no leve caos.
Godinho
2012