Caponguinha de açúcar
Quantos anos já passei por aqui, nessa praia que já conheço como a palma de minha mão.
Primeiramente, quando criança, onde tudo era tão divertido. Carimba, sete pecados, esconde-esconde e por aí vai. Os amigos eram muitos, a família era grande, haja diversão.
Quando adolescente, os carnavais eram animados, puros, com muita brincadeira. Andávamos em cada buraco nessa Caponga, que ninguém nem imaginava. Não havia medo, só aventuras.
Quando jovem, aí melhorou. A casa era só minha, só nossa! Os amigos recordam as festas que fazíamos. As brincadeiras eram outras, os pecados já passavam de 7, alguns brincavam de esconde-esconde ainda (em pares, diga-se de passagem)era muita alegria e carne, dormir não era uma opção.
A casa é simples, mas as festas foram certamente inesquecíveis. Porque permaneceram mesmo as conversas e risadas, a piscina rasgada, o colchão na grama, o futebol na praia, a vodka, a cerveja, o churrasco, a falta de energia e a luz de velas! A barraquinha do amor? 'Anso' e Mateus que o digam (não que tenham entrado juntos e tal)...
Enfim, que retornem os boas festas, as boas farras, as boas lembranças. Em breve, quem sabe, o reencontro dos capongueiros!
Aguardem.