Que a Vida me dê a graça de aprender, ouvindo.
Se tem uma coisa que tenho certeza nessa vida, é de
que estou aprendendo. Estou aprendendo a ouvir as pessoas – não todas -, a
buscar entendê-las, a tentar não julgá-las. E no gesto de ouvir, aí sim, tenho
aprendido. As pessoas têm muito a dizer, mesmo aquelas que parecem não ter nada a
dizer, falam e, incrivelmente, te tocam.
Tenho percebido que as pessoas (eu também!) não escutam umas às
outras, que elas falam, somente falam.
Percebi que quando se trata de alguém por quem se tem muita admiração e interesse, os ouvidos ficam atentos à fala.
Percebi, também, que quando não se tem muita admiração e interesse por alguém, geralmente não há interesse por escutar e a fala unilateral atropela os encontros.
Quando se tem interesse por alguém, ficamos mais atentos ao que ela tem a dizer, sem nem mesmo querer interromper.
Percebi que quando se trata de alguém por quem se tem muita admiração e interesse, os ouvidos ficam atentos à fala.
Percebi, também, que quando não se tem muita admiração e interesse por alguém, geralmente não há interesse por escutar e a fala unilateral atropela os encontros.
Quando se tem interesse por alguém, ficamos mais atentos ao que ela tem a dizer, sem nem mesmo querer interromper.
Então, será que precisamos exercitar o ouvir ou
exercitar o interesse pelo que as pessoas têm a dizer?
A cada dia escuto dores e lamentos de pessoas que mal
conheço, mas que num ímpeto de solidão, creem incondicionalmente no outro e, sem saída, desabam a confiar.
Confessam os mais profundos segredos, as mais inimagináveis dores e o triste
mal da humanidade, que é a solitude.
Que a Vida me dê a graça de aprender, ouvindo!
Que a Vida me dê a graça de aprender, ouvindo!
Às vezes choro por imaginar quão difícil deve ser você
passar sua vida inteira lutando por algo que parece fazer sentido, seja
profissão, estudos, objetivos diversos, e, ao final, perceber que tudo aquilo era, na verdade, nada. Que, definitivamente, não era o essencial.
O essencial não é tão invisível aos olhos, às vezes é tão claro que não conseguimos enxergar. Provavelmente a vida não retribuirá o esforço despendido
por quem não aprendeu a ofertar sem esperar de volta.
Quem espera sempre um retorno, terminará sem volta, submerso em pensamentos passados, se afogando em nostalgias, sonhando tardiamente em como teria sido se tivessem escolhido um caminho com mais valor.
Quem espera sempre um retorno, terminará sem volta, submerso em pensamentos passados, se afogando em nostalgias, sonhando tardiamente em como teria sido se tivessem escolhido um caminho com mais valor.
É difícil não esperar um retorno de suas atitudes para
com o mundo. Parece muito nossa essa espera, me parece muito inerente às
nossas características humanas.
Ofertar sem esperar de volta, provavelmente deve ser esse nosso exercício vital.
Ofertar sem esperar de volta, provavelmente deve ser esse nosso exercício vital.
Em suma, do que tenho aprendido, digo, o que tem me parecido ainda valer a pena
é investir em GENTE, em relacionamentos, na amizade...
Valorizar a cerveja compartilhada, o almoço em boa companhia, o café da tarde, as risadas, as piadas sem graça, o abraço, o beijo, o carinho, o sorriso...
Enfim, o que ainda parece valer a pena é investir no AMOR, apenas pelo prazer em amar.
Carpe diem.
Godinho
Valorizar a cerveja compartilhada, o almoço em boa companhia, o café da tarde, as risadas, as piadas sem graça, o abraço, o beijo, o carinho, o sorriso...
Enfim, o que ainda parece valer a pena é investir no AMOR, apenas pelo prazer em amar.
Carpe diem.
Godinho