Hora certa, no momento certo.
Era uma noite de segunda-feira,
depois de um longo dia de estudos e dores de cabeça, chegou a tão esperada aula
de prática Penal do Curso Preparatório para o Exercício da Advocacia. Era a
última aula do curso e caiu logo numa segunda-feira, onde os pensamentos ainda
se encontravam no final de semana.
A aula era das 19h às 22h, mas
parece que não demorou mais de 1 hora de tão interessante que foi. Acho que já deu pra
perceber o quanto amo a área criminal. Aos poucos os alunos foram se evadindo, não é
fácil quem goste de penal a ponto de ficar até às 22h numa sala ‘congelante’.
Ao final da exímia palestra, Dr.
Bruno, o palestrante da noite, proferiu diversos elogios sobre o livro do
Renato Brasileiro, reconhecido criminalista do Brasil. Vocês não têm noção do
quanto eu queria aquele livro. Não vi meus olhos, mas com certeza deveriam
estar brilhando naquele momento.
Até que num ímpeto
desavergonhado, perguntei lá de trás do auditório: - Vai sortear, ‘professor’? Todos
riram, certamente gostando da ideia. Então ele disse: - Posso. Posso sortear
sim. Amanhã mesmo compro um novo pra mim, porque todo advogado criminalista que
se preze, tem que ter um. E continuou: - Vou procurar um nome incomum aqui (e
foi passando o dedo de cima a baixo da folha).
De repente, ele leu meu nome COMPLETO!
- Sou eu! Respondi lá de trás do auditório. Risos e palavras de surpresa foram ouvidas: – Que sortuda! – Que sorte! – Quanta sorte! ouvi. É, parece que aquele livro tinha mesmo que ser meu, deve ter sido sorte mesmo, não sei, só sei que é muito divertido ter SORTE.
- Sou eu! Respondi lá de trás do auditório. Risos e palavras de surpresa foram ouvidas: – Que sortuda! – Que sorte! – Quanta sorte! ouvi. É, parece que aquele livro tinha mesmo que ser meu, deve ter sido sorte mesmo, não sei, só sei que é muito divertido ter SORTE.
Pensando bem, deveria ter aproveitado essa "sorte" e perguntado se ele ia sortear uma vaga no escritório dele, mas fica pra próxima! (rsrs)
Boa SORTE.