Um leve caos...
Vivemos mesmo muitas
máscaras.
Somos diferentes com
cada um que está perto de nós.
Fingimos sentimentos,
fingimos não senti-los e fingimos senti-los.
Escondemos e jogamos,
nos escondemos por trás de nossas máscaras e medos.
O medo de se
apaixonar, o medo de ‘perder-se de si mesmo’, o medo de perder o controle,
quando nos damos conta de que ter o controle é se perder.
Quando temos medo de
nos perder é quando já estamos perdidos.
Vivemos nos
refugiando em histórias passadas, que, parece, sempre serão presentes.
E futuras que já
nasceram passado.
Ao final, não sabemos
mais qual é a máscara original ou, pelo menos, se ela existiu.
Onde nos
encontraremos?
No caos, no leve caos.
No caos, no leve caos.
Godinho