Paz de Espírito
Talvez nem possa escrever agora. Muito trabalho por aqui, mas sabe quando os pensamentos estão atormentando a mente, explodindo para serem passados ao papel? Pois é.
Uma ponta de lágrima molha o olho, talvez por sentir que quanto mais o tempo passa, mais os valores e princípios vão sendo ignorados e rejeitados. Parece que não canso de cicatrizes, talvez a esperança seja maior que as marcas. Sabe de uma coisa? Em tudo teremos sempre dois lados da moeda e dois grupos de pessoas a favor e outro contra a sua decisão.
Dois fundamentos que podem ser tão convincentes, mas, afinal, qual deveremos considerar? O grupo um, o grupo dois ou o seu próprio grupo que é composto por si mesma, suas convicções, seu coração e seu íntimo?
O que te levaria a escolher a opinião de um dos dois primeiros grupos, que por mais amigos que se mostrem, não conhecem as suas mais íntimas convicções?
Não posso não me dar a oportunidade de desistir de algo apenas porque muitos não desistem. Não existem muitas situações em que desistir é bom e existem poucas que a desistência é fundamental.
Não posso não me dar a oportunidade de desistir de algo apenas porque muitos não desistem. Não existem muitas situações em que desistir é bom e existem poucas que a desistência é fundamental.
Muitos não sou eu. Muitos podem ser muitos mesmo, mas não preciso, nem quero ser parte de muitos. Carlos Drummond já dizia: “na multidão de conselhos está a sabedoria”, mas me arrisco a dizer que devemos ter cuidado com tal multidão.
Quem é a multidão? Quem é a multidão diante do que você realmente sente ou não sente? Nem sempre escute a multidão.
Os melhores conselhos podem estar na minoria: seu coração, seus princípios e sua paz de espírito.
Os melhores conselhos podem estar na minoria: seu coração, seus princípios e sua paz de espírito.
O que convence seu coração?
A fala ou a prática?
A voz da multidão ou o seu silêncio?
A fala ou a prática?
A voz da multidão ou o seu silêncio?
